Categoria Comunicação e Relacionamento com Organizações Governamentais

MUITO MAIS QUE UMA REFORMA, UMA CAUSA

REFORMA TRIBUTÁRIA SOLIDÁRIA: MENOS DESIGUALDADE, MAIS BRASIL

Uma causa para engajar a sociedade e pautar os poderes públicos

Introdução

A discussão sobre tributos no Brasil é tema recorrente na pauta acadêmica, política e na sociedade civil organizada. Está na cabeça do brasileiro o fato de que o sistema tributário brasileiro não funciona e precisa ser revisitado. Há propostas de Reforma Tributária em tramitação no Congresso Nacional, mas sem grande repercussão junto à população ou à mídia. Apesar de necessária, o cidadão comum tem distanciamento desse tema, em razão da forma pouco didática com que tem sido tratado ao longo do tempo. Em consequência, o assunto tem dificuldade em avançar nas discussões do Congresso Nacional, pelo baixo engajamento da sociedade.

Tendo o cenário das Eleições 2018 como uma oportunidade para sensibilizar e comprometer a força política com um modelo diferenciado e inovador de Reforma Tributária, a Anfip (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) e a Fenafisco (Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital) resolveram unir as forças de duas carreiras tão importantes para o país (Fisco e Receita Federal) num debate que envolvesse a academia, sensibilizasse formadores de opinião, engajasse a sociedade e influenciasse tomadores de decisão nos poderes públicos.

O grande desafio estava em traduzir a reforma tributária necessária, trazendo um outro olhar sobre um assunto denso de forma clara, lúdica e transparente. Para isso, coube envolver uma equipe multidisciplinar para desenvolvimento do conceito, criação das peças, planejamento de ações por públicos e planejamento de mídia.

Mesmo que o foco principal fosse o poder público, era preciso trazer a discussão para as ruas, extrapolando os círculos políticos e os movimentos sindicais. Era preciso buscar endosso e legitimidade para a causa. A estratégia precisava ser integrada, com olhar multicanal, reforçando o tom suprapartidário e os seus principais diferenciais das demais propostas.

Partindo dessas premissas, o movimento de causa ‘Reforma Tributária Solidária: Menos Desigualdade, Mais Brasil’, nasceu a partir de uma metodologia própria da In Press Oficina, desenvolvida para tratar demandas específicas de instituições, dando voz às entidades representativas do setor, mas envolvendo outros públicos que se identificam com tal propósito.

O objetivo do projeto foi fomentar um debate amplo, plural e democrático para corrigir as distorções e divergências do sistema tributário brasileiro, tendo o desenvolvimento econômico e a diminuição da desigualdade do país como pilares estruturantes.

A iniciativa deu mais que certo. O assunto ganhou destaque na mídia, pautou intensos debates nas redes sociais, teve a academia como grande agente de produção de conteúdo e endosso, conquistou formadores de opinião e parlamentares de diversas legendas partidárias, virando tema recorrente nas conversas dos parlamentares e dos presidenciáveis. Além disso, conseguiu engajar outras entidades como o Conselho Federal de Economia (Cofecon), o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a Fundação Friedrich-Ebert-Stiftung Brasil (FES), o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), o Instituto de Justiça Fiscal (IJF) e a Oxfam Brasil.

Havia chegado, afinal, o momento para fazer reverberar o grito: Reforma Tributária Solidária: Menos Desigualdade, Mais Brasil.

Cenário

Na virada para 2018, as diversas propostas de reforma tributária em debate, elaboradas por setores da sociedade e pelos poderes públicos – na visão de um grupo de 40 especialistas, liderados pelo professor do Instituto de Economia da Unicamp, Eduardo Fagnani – desconsideravam premissas fundamentais para melhorar o sistema tributário de forma definitiva. O propósito dessas iniciativas era unicamente simplificar o sistema pela substituição de diversos tributos indiretos por um Imposto sobre o Valor Agregado (IVA). O Deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), o Deputado Donizeti Nogueira (PT/TO) e o economista Armínio Fraga discutiam a mesma questão.

A simplificação, além de não enfrentar as distorções crônicas do sistema tributário, trazia um agravante adicional: a possibilidade de acabar com as fontes de financiamento do Estado Social, principal mecanismo de redução da desigualdade da renda no Brasil.

A Reforma Tributária Solidária propunha uma análise profunda do sistema tributário como um todo, com ênfase na redução das desigualdades.

  • Justiça Social – Corrigir a calibragem do sistema, diminuindo a tributação sobre o consumo e aumentando sobre as altas rendas. Melhorar a distribuição dos impostos e, assim, impulsionar o crescimento econômico;
  • Proteção Social e Ambiental – Assegurar fontes de financiamento constitucionais vinculadas à promoção do bem-estar social e à sustentação financeira das políticas socioambientais;
  • Equidade Social – Recompor as bases de financiamento do Estado e restaurar os alicerces do equilíbrio federativo, com a redefinição dos campos de competência, da distribuição de encargos entre as esferas da Federação e revisão do sistema de transferências e de partilha dos impostos;
  • Reforço Fiscal – Revisar radicalmente os incentivos fiscais e reforçar a arrecadação, pelo fortalecimento da administração tributária e pela construção de um aparato fiscal adequado e eficaz no combate à sonegação de tributos.

Esses temas – ausentes do debate proposto por outros setores – na visão das duas entidades, eram cruciais, tanto para corrigir o caráter regressivo do sistema tributário, quanto para recompor a capacidade de financiamento do Estado brasileiro.

Para o Movimento ‘Reforma Tributária Solidária: Menos Desigualdade, Mais Brasil’, era preciso resgatar o sistema de tributação como instrumento de justiça fiscal, apoio ao desenvolvimento econômico, suporte do Estado Social e esteio do equilíbrio federativo.

Desafios

O assunto reforma tributária não era novo. Mas como tratar do tema, sem entrar na polarização política? Mais do que nunca, era preciso destacar as diferenças do modelo solidário das demais propostas já discutidas.

A desigualdade deveria ser trazida ao cerne da questão. Nenhuma outra proposta abordava as mudanças necessárias para tornar o sistema progressivo, incluindo a taxação de lucros e dividendos.

O modelo solidário para a cobrança de impostos jamais havia sido proposto. Isso significava, a partir de então, defender que quem tivesse ganhasse mais, pagasse mais impostos. Quem ganhasse menos, pagasse menos. O que parece óbvio, mas que gera um novo arranjo dos tributos, até então tratados como carga, que deveriam ser vistos como cota de contribuição social.

Uma pesquisa da Oxfam, ONG internacional que atua em mais de 100 países, revelou que a maioria dos brasileiros era contra o aumento de tributos. No entanto, a mesma pesquisa trouxe o cenário de que 71% dos brasileiros, apesar de não concordarem com o aumento da carga tributária, concordavam que os muito ricos deviam pagar mais impostos para financiar educação, saúde e moradia. Isso reforçava a aderência da proposta da Anfip e da Fenafisco aos anseios da sociedade.

A comunicação deveria estar alinhada com as premissas acadêmicas que permeavam o movimento, traduzindo esse conteúdo de forma assertiva, simples e simpática para o cidadão.

Premissas da Reforma Tributária Solidária

Conheça os principais pontos do Movimento Reforma Tributária Solidária: Menos Desigualdade, Mais Brasil.

  1. Reforma tributária para o desenvolvimento

Adequar o sistema brasileiro a modelos de sucesso de países desenvolvidos.

  1. Financiamento do gasto social

Reduzir desigualdades sociais, com o financiamento de políticas sociais.

  1. Sistema tributário progressivo

Aumentar a tributação direta, sobre a renda, propriedade e riqueza.

  1. Redução da carga tributária indireta

Diminuir a tributação sobre mercadorias, bens e serviços e pagamento.

  1. Equilíbrio federativo

Revisão do sistema de transferência e partilha dos impostos entre os estados.

  1. Ampliação da tributação ambiental

Inibir práticas predatórias, num cenário de graves ameaças ao meio ambiente.

  1. Comércio internacional

Resgatar o papel da tributação aduaneira.

  1. Fomento de ações para o aumento das receitas, sem o aumento da carga tributária

Revisão das renúncias fiscais, enfrentamento da sonegação e controle da evasão fiscal.

Objetivo

O grande objetivo desse projeto era trazer notoriedade para a discussão da causa Reforma Tributária Solidária, sensibilizando parlamentares e tomadores de decisão no poder público e presidenciáveis, envolvendo a sociedade e conquistando o endosso da academia e dos formadores de opinião.

Públicos

  • Academia, especialistas e formadores de opinião >> respaldo técnico do movimento
  • Sindicatos, entidades representativas do Fisco e associados >> replicação da mensagem
  • Imprensa e influenciadores diversos >> endosso
  • Sociedade >> mobilização de todas as esferas da população, incluindo o poder público
  • Entes governamentais, tomadores de decisão no Legislativo e no Executivo >> decisores do processo

Estratégia por público

Relações Governamentais

  • Ter as premissas da Reforma Tributária Solidária incorporadas aos discursos de parlamentares e políticos, de forma suprapartidária;
  • Criar ambiente favorável para as propostas da Reforma Tributária Solidária serem pautadas no Congresso Nacional;
  • Contribuir com propostas para as plataformas de gestão dos presidenciáveis.

Relações com a mídia e influenciadores| PR

  • Construir uma narrativa na imprensa capaz de informar e influenciar os tomadores de decisão, gerando endosso ao projeto;
  • Dar protagonismo à Anfip e à Fenafisco na proposição de um modelo solidário de reforma tributária;
  • Tornar os principais porta-vozes da campanha conhecidos da mídia;
  • Subsidiar a imprensa com materiais relevantes e inéditos;
  • Sensibilizar editorias diferentes para tratar do tema, desmistificando a reforma em vária frentes.

Mídias Digitais

  • Engajar a sociedade na causa, com conteúdos inteligíveis a todos os públicos, considerando a melhor linguagem para cada rede ou canal;
  • Dar capilaridade às mensagens da Reforma Tributária Solidária, considerando as possibilidades de segmentação oferecidas pelas redes sociais;
  • Entrar no debate sobre o tema e contribuir com ideias e premissas da causa em questão, sendo capaz de mudar opiniões e percepções sobre o tema.

 PR Stunt|Eventos

  • Envolver diversos setores em torno da discussão da Reforma Tributária Solidária, criando factuais que atraíssem a atenção da mídia;
  • Destacar os principais marcos do Movimento com a realização de ações especiais para a cobertura imprensa.

 Campanha publicitária (on e offline)

  • Disseminar as mensagens e a narrativa da proposta junto à sociedade;
  • Embalar a campanha em discurso leve e acessível para o grande público;
  • Aumentar a visibilidade e o impacto das mensagens da campanha em circuito nacional.

 Publicações especiais – Manifesto e Livro de Premissas e Diagnóstico

  • Gerar conteúdos relevantes para a imprensa e formadores de opinião;
  • Analisar em profundidade o modelo brasileiro e buscar referências internacionais;
  • Ser fonte confiável de consulta, oferecendo estudos acadêmicos relevantes para apoio dos tomadores de decisão, comunicadores, bases sindicais e parlamentares em geral;
  • Propiciar o entendimento das mudanças necessárias no sistema tributário brasileiro.

A Campanha

A In Press Oficina estruturou a comunicação desde a concepção da marca do movimento. Era preciso achar o tom certo para o discurso da Anfip e da Fenafisco, para o engajamento da sociedade.

Marca Solidária

Tudo começou com a escolha de um ícone que remetesse à forma humana, lembrando uma pessoa de braços abertos e um símbolo de mais. A ideia era reforçar a imagem positiva e sustentar o discurso de que todo mundo sai ganhando com a Reforma Tributária Solidária.

As cores utilizadas lembram a diversidade da cor de pele do próprio brasileiro, traduzem o elemento de solidariedade, tão importantes para a campanha. A paleta de cores inusitada, e ao mesmo tempo elegante, auxilia na diferenciação de outras marcas e campanhas, gerando identidade e simpatia.

Conceito | Slogan

O mote da campanha deveria traduzir a essência do movimento: a luta pela redução da desigualdade no país, com a promoção de justiça fiscal e social.

MENOS DESIGUALDADE, MAIS JUSTIÇA

MENOS DESIGUALDADE, MAIS EMPREGO

MENOS DESIGUALDADE, MAIS DESENVOLVIMENTO

MENOS DESIGUALDADE, MAIS FUTURO

MENOS DESIGUALDADE, MAIS BRASIL

 

Destaques da narrativa de comunicação

  • JUSTIÇA SOCIAL

Aumentar a tributação sobre grandes fortunas e reduzir a tributação sobre o trabalhador, reduzindo, assim, a desigualdade social.

  • INDIGNAÇÃO

Evidenciar o desequilíbrio do imposto pago por ricos e pobres.

  • CONVITE DOS REPRESENTANTES DA CARREIRA PARA O ENGAJAMENTO DA POPULAÇÃO
    Demonstrar que os auditores da Receita Federal e representantes do Fisco eram os primeiros a apoiar a reforma.

Campanha publicitária

A divulgação da Reforma Tributária Solidária contou com a produção de conteúdos dirigidos. As peças reforçaram a diversidade brasileira e o envolvimento de representantes de todas as regiões do país.

Vídeo-manifesto e spot para rádio – com 30”

Eu quero mudança. Chega de tanta desigualdade.

Eu quero um país mais justo e mais solidário.

Com mais oportunidades pra mim e pra você.

Quero mudança na forma como os impostos são cobrados.

Levando em conta as diferenças entre ricos e pobres.

Quem tem menos deve pagar menos. Quem tem mais deve pagar mais.

Eu quero mudar pra melhor. E você?

Reforma Tributária Solidária. Menos desigualdade. Mais justiça, mais futuro, mais Brasil.

Uma iniciativa da Anfip e da Fenafisco.

Investimento

Abril e maio – R$ 100 mil (TV – Globo News, Rádio Band News e CBN e impulsionamento digital)

Junho – R$ 70 mil (TV Globo News e impulsionamento digital)

Implementação do Projeto

 Cronograma

A articulação da comunicação para sensibilizar os públicos prioritários e, principalmente, os entes governamentais, tinha prazo relativamente curto. A apresentação da Reforma Tributária Solidária aos presidenciáveis deveria ser feita antes da consolidação das candidaturas, para que o trabalho se mostrasse o mais suprapartidário possível.

A aproximação das eleições de 2018 exigia o estabelecimento de alguns marcos.

Set/2017 – jan/2018Preparação

  • Estudos técnicos para sustentação da campanha.
  • Organização da base e das carreiras representativas do fisco e da receita federal, com a definição das principais bandeiras do movimento.

 Fev/2018 – Organização da Comunicação

  • Elaboração da campanha de comunicação.
  • Produção de conteúdos dirigidos e de todo o enxoval da campanha (peças de mobilização de entidades e parceiros, campanha on e offline).

Mar/2018 – Início das ações

  • Lançamento dos Hotsite, do Facebook, do Instagram e do YouTube do projeto.
  • Fórum Social Mundial – Apresentação da Reforma Tributária Solidária aos articulistas sociais, durante evento realizado em Salvador/BA.

 Abr/2018 – Lançamento oficial

  • Ações de apresentação da causa no Congresso Nacional, em Brasília, para parlamentares de todos os partidos.
  • Início da mobilização de entidades setoriais (carta de signatários).
  • Apresentação do Manifesto da Reforma Tributária Solidária para os públicos prioritários.
  • Lançamento da Campanha publicitária (mídia on e offline).
  • Início da operação do Twitter.
  • Lançamento do Movimento Reforma Tributária Solidária: Menos Desigualdade, Mais Brasil em evento no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, em 25 de Abril.

Maio – Articulação política

  • Sensibilização e articulação do movimento junto a parlamentares, entidades representativas do setor, equipes econômicas e políticas de todo o Brasil.

Junho – Fórum Internacional Tributário

  • FIT – Fórum Internacional Tributário 2018, de 04 a 06 de junho, em São Paulo
  • Lançamento do Livro “A Reforma Tributária Necessária – Diagnóstico e Premissas”, com 39 artigos elaborados por 42 especialistas, com as propostas para a reforma tributária necessária.
  • Participação de 06 presidenciáveis (na época) durante o evento (Manuela D´Avila, Guilherme Boulos, Eymael, João Goulart, Paulo Rabello e Gleisi Hoffman – representando Lula)

Junho a 08 de agosto – Consolidação do projeto | RTS na agenda dos presidenciáveis

  • Sensibilização dos presidenciáveis (entrega dos materiais da campanha): Ciro Gomes e Marina Silva.

Ações de comunicação

Esquema tático

 

Audiência

 

Especialistas

 

Entidades e sindicatos

 

Imprensa

 

Sociedade

 

Entes governamentais
(e parlamentares)
Brand voice

(mensagem)

 

Corroborar com a causa

 

Dados técnicos

 

Protagonismo na discussão

Disseminação da mensagem Brasil afora

A reforma que todos esperavam

 

Revisão dos impostos

 

Quem recebe mais, paga mais

 

Ouvir o clamor popular
Proximidade com eleição
Canal

(escolha do meio)

 

Whatsapp

Perfis Próprios

 

Whatsapp

Perfis Próprios

Eventos

PR

Site

Perfis próprios

Campanha on e offline

Site

 

PR

Perfis próprios

Eventos

 

 

Os esforços de relações com a mídia e as ações digitais tiveram grande peso na estratégia de comunicação, pois repercutem as mensagens com rapidez e assertividade.

Relações com a mídia (imprensa)

  trabalho de relacionamento com a mídia contou com as seguintes atividades:

  • Produção de notas, releases, avisos de pauta e realização de follow ups;
  • Proposição de artigos e materiais especiais (com embargo);
  • Preparação de conteúdo para agendas com a imprensa;
  • Treinamento de porta-vozes:
    • Charles Alcântara – Presidente da Fenafisco;
    • Floriano de Sá Neto – Presidente da Anfip;
    • Pedro Lopes – Diretor para Assuntos Parlamentares e Relações Institucionais da Fenafisco;
    • Eduardo Fagnani – Economista responsável pela organização da produção acadêmica da Reforma Tributária Solidária.
  • Acompanhamento de entrevistas de diretores e especialistas;
  • Ações de relacionamento | Visita às principais redações do país.

Os temas trabalhados acompanharam os assuntos previstos no cronograma de ações e os eventos do período.

Março e abril

Destaques para o Fórum Social Mundial, o lançamento da RTS e a discussão de temas defendidos pelo movimento.

  • 5 encontros de relacionamento.
  • 84 matérias encontradas em busca simples.
  • Matérias veiculadas em 22 estados da federação.

Maio

  • Matérias sobre as premissas do movimento.
  • Destaque para a agenda regional – seminários regionais da Fenafisco.
  • 4 encontros de relacionamento.
  • 138 matérias encontradas em busca simples.
  • Matérias veiculadas em 24 estados da federação.

Junho a início de agosto

  • Matérias sobre as premissas do movimento.
  • Artigos de opinião dos presidentes das entidades.
  • Destaque para a discussão das mudanças sugeridas pelo movimento.
  • 6 encontros de relacionamento.
  • 147 matérias encontradas em busca simples.
  • Matérias veiculadas em 26 estados da federação.

 

 

Mídias Digitais | Redes Sociais

A comunicação digital ficou assim organizada:

HotSite http://reformatributariasolidaria.com.br/

Pensado como hub de conteúdo – principais notícias e informações institucionais da campanha, incluindo o arquivo do Manifesto da Reforma Tributária Solidária para download e todos os depoimentos dos especialistas envolvidos na causa, além de diversos políticos de diferentes partidos que demonstraram publicamente apoio ao projeto.

Redes Sociais

As redes sociais garantiriam maior alcance da campanha nos públicos de interesse.

Conteúdo dirigido – Facebook, Twitter, YouTube e Instagram

  • Ações para mobilização dos diversos públicos.
  • “Tradução” para linguagem popular dos grandes números do setor e dos estudos técnicos.
  • Calendário de efemérides – datas importantes para a causa.
  • Replicação de matérias da grande imprensa.

Canais proprietários da Reforma Tributária Solidária

Facebook – @ReformaTributariaSolidaria1

Twitter – @ref_solidaria

Instagram – @reformatributariasolidaria1

YouTube – canal Reforma Tributaria Solidaria

#reformasolidaria

Uso da hashtag para maximizar o alcance da campanha nas redes sociais e facilitar o engajamento do público.

Whatsapp

Replicação de conteúdo via whatsapp para a base sindical.

Cobertura de eventos

Cobertura pelos perfis proprietários, transmissões live, vídeos e fotos.

Conteúdo multimídia

Animações, infográficos, cards, fotos, gifs e textos.

Vídeos-destaque

Conteúdo campeão, com grande poder de disseminação da mensagem.

O vídeo-manifesto atingiu mais de 220 mil visualizações somando o Facebook e o YouTube, alcançando sozinho meio milhão de pessoas.

O canal da Reforma Tributária Solidária no YouTube tem mais de 80 vídeos, entre depoimentos de especialistas, parlamentares, pré-candidatos, vídeos explicativos sobre o modelo solidário.

 

Destaques das redes

De março até o início de agosto

573 posts e conteúdos disseminados.

+3 milhões de impressões – volume de impactos total, inclui a soma de FB, Instagram e Twitter.

+2,8 milhões de pessoas únicas alcançadas pelo Facebook.

+37 mil interações – soma de likes, favoritos, RTs, shares, etc. Soma de FB e Twitter.

 

Agenda Nacional para engajamento das carreiras –

Os esforços da campanha estariam concentrados em Brasília-DF, na região Centro-oeste, em função da localização das sedes nacionais da Anfip e da Fenafisco e, principalmente, por conta das ações de relacionamento no Congresso Nacional.

Mas era preciso pensar na articulação nos estados. Era necessário entender o jeito de ser do brasileiro em cada região do país. Por isso, as duas entidades lançaram mão de intensa agenda Brasil afora.

Os presidentes e diretores das entidades levaram material para cada uma das praças que visitaram, fazendo um trabalho conjunto de comunicação com influenciadores locais, articulação sindical e mobilização da população de cada estado com mídia dirigida.

 

Abril – agenda de visitas aos parlamentares (Anfip e Fenafisco)

25 de abril – Lançamento no Congresso Nacional

Maio e Junho– 26 estados visitados (mobilização da imprensa e dos associados à Anfip e à Fenafisco)

27 a 29/05 – XVI Encontro Nacional da Anfip – apresentação RTS

04 a 06/06 – Fórum Internacional Tributário

Destaque para audiências públicas

12/06 – Audiência pública sobre a Reforma Tributária Solidária na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal

21/06 – Audiência Pública sobre a Reforma Tributária Solidária na Comissão de Direitos Humanos no Senado Federal

03/07 – Análise de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 293/2004, que trata da Reforma Tributária, realizou apresentação do roteiro de trabalho e deliberação de requerimentos na Câmara dos Deputados

 Outros eventos

04/07 –  Seminário Ideias de Reforma Tributária, promovido pelo Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do DF (COMSEFAZ) e apoio institucional de Anfip e Fenafisco, em Brasília/DF

18/07 – 64° Encat – Encontro dos Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais, em Aracaju/SE

19/07 – II Debate sobre o Projeto da Reforma Tributária Solidária, promovido pelo Sindicato do Fisco de Sergipe (Sindifisco)

25/07 – Seminário com assessores econômicos dos pré-candidatos à presidência da república/2018- promovido pelo Conselho Regional de Economia do Distrito Federal (Corecon-DF), em parceria com o Conselho Federal de Economia (Cofecon) em Brasília/DF

06/08 – VideoconferênciaReforma Tributária Solidária”, no auditório da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) – Brasília/DF.

Eventos

Algumas das ações que marcaram a repercussão do Movimento Reforma Tributária Solidária: Menos desigualdade, Mais Brasil na mídia.

Forum Social Mundial – Salvador/BA

12 a 16 de março de 2018

Primeira ação oficial do movimento para mobilização social. Distribuição de 10 mil fitinhas personalizadas com as mensagens da campanha, como as tradicionais fitinhas do Senhor do Bonfim, e de material explicativo.

Relações Governamentais – eventos no Congresso Nacional

25 de abril de 2018

Ato Solene para lançamento do Movimento Reforma Tributária Solidária: Menos desigualdade, Mais Brasil no Salão Nobre da Câmara dos Deputados, com presença de deputados e senadores de diversos partidos.

Entrega do Manifesto sobre a Reforma Tributária Necessária

O manifesto completo está disponível na página da Reforma Tributária Solidária pelo link http://reformatributariasolidaria.com.br/manifesto/.

 

Trabalho de corpo a corpo feito pelo cliente pra entregar as propostas aos parlamentares, ilustrando com fotos

Agenda Fenafisco (Relato Pedro Lopes)

Eventos Anfip

12/06 – Audiência pública sobre a Reforma Tributária Solidária na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal

 Eduardo Fagnani, primeiro à esquerda, apresenta a Reforma Tributária Solidária.

 21/06 – Audiência Pública sobre a Reforma Tributária Solidária na Comissão de Direitos Humanos no Senado Federal

 Floriano de Sá Neto, terceiro à esquerda, representa a RTS.

 

FIT – Forum Internacional Tributário

04 a 06 de junho | Lançamento do Livro

Especialistas em tributos e economia de quatro continentes discutiram as melhores práticas internacionais e trouxeram um panorama geral da situação brasileira.

Nomes de peso, como o economista irlandês Marc Morgan, trouxeram experiências e apontaram caminhos para tornar nosso sistema tributário mais justo.

O livro A reforma Tributária Necessária – Diagnósticos e Premissas, elaborado por 42 especialistas, possui 39 artigos e 804 páginas. Está disponível para download no site:

http://plataformapoliticasocial.com.br/wp-content/uploads/2018/05/REFORMA-TRIBUTARIA-SOLIDARIA.pdf

Presidenciáveis

Discussão das premissas do movimento com os pré-candidatos à Presidência da República no processo eleitoral de 2018. Durante os encontros foram entregues as publicações da Reforma Tributária Solidária.

Seis representantes participaram do Fórum Internacional Tributário. O registro das contribuições de cada pré-candidato pode ser conferido no canal YouTube da Reforma Tributária Solidária, no link:

https://www.youtube.com/watch?v=h9wLNyqMQTM&list=PLb1ncwEYVbuZ0sASIrTegpQ9Sb_ouNvON

O evento foi transmitido ao vivo pelo site da Anfip.

  • Manuela D’Ávila – Pré-candidata pelo PCdoB
  • Guilherme Boulos – Pré-candidato pelo PSOL
  • Gleisi Hoffmann – Representante do PT até a definição de um candidato
  • João Goulart – Pré-candidato pelo PPL
  • José Maria Eymael – Pré-candidato pelo PSDC
  • Paulo Rabelo – Pré Candidato pelo PSC

Seminário com assessores econômicos dos pré-candidatos à presidência da república/2018

 Esta foi outra oportunidade de aproximação para a discussão sobre o modelo solidário de tributação.

Floriano de Sá Neto e alguns representantes das equipes econômicas dos presidenciáveis

Apresentações setoriais

 Seminário Ideias de Reforma Tributária

Evento promovido pelo Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do DF (COMSEFAZ) e apoio institucional de Anfip e Fenafisco, em Brasília/DF

 04/07 – Eduardo Fagnani, último à direita, economista que capitaneou os estudos da RTS apresenta o modelo solidário em evento em Brasília

 06/08 – Videoconferência da CNTE

Apresentação da Reforma Tributária Solidária à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação. Participação dos presidentes da Anfip e da Fenafisco.

Relações governamentais

 Ato de lançamento da causa no Congresso – 25/04

O lançamento do projeto foi realizado no Salão Nobre do Congresso Nacional, contando com a presença de mais de 20 parlamentares de diferentes partidos, demonstrando apoio público às premissas do projeto.

Nesse link é possível ver os vídeos gravados com deputados e senadores:

https://www.youtube.com/watch?v=n-p-rawlAN4&index=2&list=PLb1ncwEYVbua_bbEQbXQuhIgSXacBF1am

Audiência Pública –  12/06

Com a presença de deputados de diferentes partidos, foram debatidas as premissas do projeto.

 Eduardo Fagnani, primeiro à esquerda, apresenta a Reforma Tributária Solidária.

 Audiência Pública 21/06

 Vídeos realizados durante as duas audiências estão disponíveis em:

https://www.youtube.com/watch?v=lUQaiaiF6ao&list=PLb1ncwEYVbuZNroXEd7BAVv3IIrXtA5PQ

 Floriano de Sá Neto, terceiro à esquerda, representa a RTS.

 Seminário Ideias de Reforma Tributária

 04/07 – Eduardo Fagnani, último à direita, economista que capitaneou os estudos da RTS apresenta o modelo solidário em evento em Brasília

 Resultados

Pauta obrigatória para o enfrentamento da crise econômica e recomposição da capacidade de investimento do Estado, a Reforma Tributária Solidária é uma necessidade.

O Brasil está na contramão das nações desenvolvidas. Enquanto os países que compõem a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) têm em média uma tributação de 32,4% nos bens de consumo e serviços, o Brasil cobra 49,7%. Essa característica trava nossa economia. É preciso rever esse modelo pois, com ampliação dos rendimentos das famílias, aumenta a propensão para o consumo que, por sua vez, incentiva os investimentos na produção, gerando emprego. A distribuição da renda é benéfica ao crescimento porque amplia o mercado interno de consumo de massas.

Os estudos oferecidos nos textos do Manifesto e do livro A Reforma Tributária Necessária – Diagnóstico e Premissas – embasam a proposta capitaneada pela Anfip e pela Fenafisco. O comparativo com modelos internacionais, as distorções brasileiras, a injusta regressividade do sistema, as questões relacionadas ao desenvolvimento, o financiamento do gasto social, distribuição de renda e crescimento econômico estão contemplados nas análises. Tributação direta de pessoas físicas e jurídicas, combate à evasão, elisão e paraísos fiscais, a tributação de transações financeiras, impostos sobre patrimônio imobiliário urbano e rural, veículos, transmissão de bens e herança, grandes fortunas e a tributação indireta também.

Mais que isso, o material trata do equilíbrio federativo, dos impactos sofridos pelo país ao longo dos anos. Busca saídas para cuidar da tributação ambiental, dos impostos sobre o comércio internacional, das renúncias fiscais e da modernização da administração tributária para o correto combate à sonegação.

À comunicação coube a tarefa de dar capilaridade ao trabalho técnico e de vislumbrar os caminhos para influenciar os públicos de interessem, até que a informação chegasse aos tomadores de decisão. A articulação não era simples. O prazo para tamanho desafio era exíguo: colocar a Reforma Tributária Solidária no radar de entes governamentais antes do início do período eleitoral de 2018.

As equipes de assuntos parlamentares e institucionais da Fenafisco e da Anfip mobilizaram as suas bases e visitaram todos os partidos, a fim de sensibilizá-los sobre as diferenças do modelo solidário. O trabalho de comunicação seguiu pelo país afora, com palestras e encontros realizados em todos os estados da federação.

A discussão pautou os jornais do Brasil e do mundo, incluindo destaque no El País. O modelo foi amplamente noticiado em mais de 360 matérias de veículos impressos, rádios, tvs e mídias online. Os conteúdos digitais, inicialmente patrocinados, agora são compartilhados de maneira orgânica. O saldo é mais do que positivo: quase 2,8 milhões de pessoas alcançadas pelas mensagens do movimento em menos de 3 meses, sendo que os filmes da campanha somados passaram da marca de 500 mil views. Vale reforçar que  o investimento de mídia online foi inferior a R$100 mil nesse período.

A população que acompanha os perfis da RTS já demonstra atenção aos impactos trazidos pelo sistema tributário ao seu cotidiano. Debates acalorados são feitos diariamente em todos os posts, muitos demostrando apoio e compartilhando organicamente os posts nos seus perfis pessoais. O entendimento de que o assunto precisa ser debatido está presente nas redes sociais, nas rodas de conversa, nas ruas do país e até nos discursos de alguns dos presidenciáveis.

Entre as ações de divulgação propostos para a campanha, o ato solene de lançamento do Movimento Reforma Tributária Solidária: Menos Desigualdade, Mais Brasil, em 25 de abril de 2018, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados pode ser considerado importante marco do projeto. Mais de 20 deputados e senadores de mais de 10 partidos compareceram ao evento. Os depoimentos de alguns deles estão disponíveis no link:

https://www.youtube.com/watch?v=UJU_WRzRd-M&list=PLb1ncwEYVbua_bbEQbXQuhIgSXacBF1am

Pelo caráter técnico e suprapartidário, o movimento tem sido apoiado por líderes de partidos das mais diversas frentes, como PSDB, Pros, PSD, PSOL, PT, entre outros. Isso ficou claro durante as audiências públicas a que o movimento foi convidado a tomar parte nas Comissões de Assuntos Econômicos e Direitos Humanos do Senado Federal. Várias entidades, impactadas, entraram na discussão pela reforma tributária necessária.

Muitos dos pré-candidatos à Presidência da República para as eleições deste ano, abraçaram o tema como prioritário para o Brasil. Manuela D’Ávila, pré-candidata pelo PCdoB, acredita na reforma tributária como instrumento para o combate à desigualdade e reestabelecimento da justiça social. Guilherme Boulos, representante do PSOL, concorda com a tributação de lucros e dividendos, fazendo com que quem tem mais pague mais, quem tem menos, pague menos. A senadora Gleisi Hoffmann, do PT, destacou que não concorda com a eliminação ou a simplificação de impostos, mas aprova a reorganização de tributos, como defendida pela RTS. João Goulart, pré-candidato pelo PPL, também sugere a reorganização do sistema tributário calcado no modelo solidário. José Maria Eymael, do PSDC, luta contra a sonegação fiscal, embora ainda defenda a simplificação tributária. E Paulo Rabelo, pré-candidato pelo PSC, defende uma reestruturação completa do sistema tributário brasileiro. Os depoimentos podem ser conferidos no Canal da RTS no YouTube.

https://www.youtube.com/watch?v=h9wLNyqMQTM&list=PLb1ncwEYVbuZ0sASIrTegpQ9Sb_ouNvON

A reforma do sistema tributário nacional deve ser pensada na perspectiva do desenvolvimento e do bem-estar social. O modelo solidário de tributação preza pela redução da desigualdade e pela instalação de ambiente de maior justiça social.

Não há outro caminho, senão mudar. O compromisso de sensibilizar a todos antes do período eleitoral foi cumprido. Que reverbere a mensagem. Estão todos convidados a agir. O clamor é um só: Menos Desigualdade, Mais Brasil.