Ao contrário do que vinha pautando o consumo, ser novidade não é mais um motivo suficiente para atrair consumidores. Guiada pela inovação e pela tecnologia,  adaptação é a regra da vez. E isso traz mudanças profundas na forma de se comunicar.

Neste cenário, em que as pessoas têm cada vez menos tempo para comprar, a Inteligência Artificial (AI) pode auxiliar

Pesquisas mostram que tecnologias de AI podem aumentam em 75% a conversão de compra. A inteligência artificial antecipa demandas. Facilita a disponibilidade – e a entrega.

Há dois desafios para as marcas: disputar o escasso tempo dos consumidores para a compra e encontrar a sua própria voz (que não é a venda pela venda).

Há dez anos era impossível imaginar que alguém toparia dormir na casa de um estranho ou de andar no carro de um desconhecido, que não fosse um yellow cab.

Mas as expectativas dos consumidores mudaram. Hoje, o que determina a expectativa do consumidor é se o serviço irá ajudar a vida dele – em suma, se será util.

A “compra pela compra” ficou para trás.

O que faz a diferença na comunicação da relação de venda de um produto, portanto, é estabelecer confiança. Independentemente do produto ou do setor.

Tendências:

1) Dialogar

Entender quem é o consumidor e o que desperta a sua curiosidade. Hipersegmentacao, hipergeolocalizacao.

2) Curadoria de preferências

A preferência do consumidor tem milhares de nuances. Não é possível mais classificar os consumidores apenas por sexo, idade, estado civil e hobbies. A chave está em descobrir o que o inspira. Aqui entra o uso da tecnologia para compreender profundamente cada um. E responder com histórias que façam sentido para ele.

3) Visualização ou conveniência

A ordem, portanto, é colocar os produtos no contexto da vida das pessoas

4) Marcas conselheiras

A marca precisa desempenhar papel de “conselheira” no mundo atual. Para isso deve estar atenta às “curadorias de terceiros”, ou seja, do papel desempenhado pelos amigos digitais dos consumidores. Os comentários valem muito na escolha do consumidor.

Em suma, as pessoas não querem ser mais consumidores. Querem ser audiências, co-criadores.